segunda-feira, 11 de março de 2013

Tristeza na despedida

"Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que entenda" Cecília Meireles

Não sei vocês, mas eu, quando começo a ler um livro, faço uma força desumana para não ir logo para as páginas finais.

Sou de uma curiosidade absurda, quando se trata de histórias.

Mas enquanto lia Labirinto, curtia muito cada dia vivido em meio a tantos cavalheiros, acompanhando ideias de Alaïs, maldade da venenosa Oriane, a paixão de Alaïs por Du Mas.

A correria dos dias medievais, o calor das roupas pesadas dos soldados, vendo os sangues de inocentes espirrarem praticamente nas minhas roupas.

Gosto de leitura assim, onde estou do lado de cada personagem, sem ser vista. Observar sem  ser observada.

Senti o gosto dos vinhos, dos pães, das frutas, o frescor dos banhos nos rios, a tensão de correr ao lado da Trilogia.

Quando terminei de ler no sábado, fiquei muito feliz pelo sucesso e muito triste pelas perdas que tive, em saber que não terei mais notícias deles. Mas acabei descobrindo que tem o seriado, então, assim pelo menos meus amigos terão rosto.

Então é isso. Eu realmente, de verdade indico muito Labirinto de Kate Mosse. Pra quem gosta de mistério e aventura.

Termino o posto com uma frase do livro que é muito pronunciada, "si es atal es atal" - O que será, será em Francês antigo.



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