Filhos da Degradação fala principalmente da opressão social que existe em Untherak, sinceramente falando a minha indignação começou logo nas primeiras páginas afinal é algo que pode até ser muito “normal” em nosso dia a dia, porém o que nos impacta realmente e de uma forma peculiar depende da situação em que o leitor está sendo posto na situação. Outra parte não menos triste é o momento no qual temos que nós despedir de uma das personagens que em minha opinião mesmo com todas as coisas horríveis que lhe aconteceram a mesma continuou tão amável e doce quanto uma pétala de rosa e isso me foi surpresa afinal estou acostumada com a perda de personagens tão cedo rs. Admito que não sou de ler autores nacionais, o que no entanto vem mudando e essa obra em particular me impressionou pelo seu detalhamento como por exemplo a descrição dos personagens e dos cenários o que faz você realmente trafegar nas páginas de cada capítulo lido.
Também acho de importância ressaltar a forma cruel, realista e discriminatória sobre as relações LGBT
que envolvem os personagens descritos na obra e que posteriormente vem a ser os “heróis” que irão
iniciar a revolução contra o poder governamental da Deusa Una (parece que o jogo virou não é mesmo? Hahaha).
Ou seja eles serão o ponto inicial para que derrubem aqueles que os oprimiam e escravizavam (sendo que
mesmo os que possuíam certos “privilégios” eram de certa forma também escravizados) e com isso começa
“os ventos da mudança”... Por mais que a visão geral do primeiro livro pareça de todo desprezível, ainda há
coisas que podemos descrever como belas por mais simples que sejam o que no entanto tem uma profundidade
maior que aquela vista dependendo do quanto você esteja pronto para submergir naquela ideia. Outro ponto
que me chamou de certa forma muita atenção foi a forma como o autor (Felipe Castilho) escreveu o livro ou seja
com uma linguagem sucinta e de forma “popular” em alguns trechos, coisa que não se vê normalmente em livros
de fantasia. Outra coisa que me fez literalmente vibrar e certas cenas chorar e ter medo foi a “Mácula” que é um
tipo de líquido corrosivo invocado e usado por aqueles que realmente são os vilões da história, segue uma
descrição minha de tal líquido:
que envolvem os personagens descritos na obra e que posteriormente vem a ser os “heróis” que irão
iniciar a revolução contra o poder governamental da Deusa Una (parece que o jogo virou não é mesmo? Hahaha).
Ou seja eles serão o ponto inicial para que derrubem aqueles que os oprimiam e escravizavam (sendo que
mesmo os que possuíam certos “privilégios” eram de certa forma também escravizados) e com isso começa
“os ventos da mudança”... Por mais que a visão geral do primeiro livro pareça de todo desprezível, ainda há
coisas que podemos descrever como belas por mais simples que sejam o que no entanto tem uma profundidade
maior que aquela vista dependendo do quanto você esteja pronto para submergir naquela ideia. Outro ponto
que me chamou de certa forma muita atenção foi a forma como o autor (Felipe Castilho) escreveu o livro ou seja
com uma linguagem sucinta e de forma “popular” em alguns trechos, coisa que não se vê normalmente em livros
de fantasia. Outra coisa que me fez literalmente vibrar e certas cenas chorar e ter medo foi a “Mácula” que é um
tipo de líquido corrosivo invocado e usado por aqueles que realmente são os vilões da história, segue uma
descrição minha de tal líquido:
“de cor mais forte que o ébano e inodoro a Mácula se envereda pelas bacias de água e banheiras dos soberanos de Untherak, aqueles que ela banha no início não sentem nada até que os gritos explodem como que um trovão no meio da tempestade silenciosa e tão rápido quando começaram eles terminam e daqueles que um dia foram carne e osso não sobra nem sequer uma lembrança de sua existência. Toda via existem aqueles que são escolhidos e esses quando saem de seus banhos, são a existência viva da crueldade... A Mácula expurgar e consagra”.
Bom eu espero que tenham curtido minha pequena resenha desse livro realmente incrível e que eu trago para
vocês e que se não gostarem sejam sinceros com esta leitora que tanto ama as palavras quanto vocês...
vocês e que se não gostarem sejam sinceros com esta leitora que tanto ama as palavras quanto vocês...
Ella, leitora e as vezes escritora...
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| Ella Ferreira |
Gabriela Ferreira, estudante, leitora e leitora nas horas vagas. Compulsiva por livros e mais nova colaboradora do blog.
Então, gente... depois de muito tempo sem postar, acaba de sair do forno um post todo lindo vindo da análise de uma leitora tão dedicada e experiente quanto qualquer um de nós.
a característica que Ella possuí que mais me encantou. E que com certeza encantará a todos vocês é a sensibilidade que ela tem ao fazer a leitura do texto. Deliciem-se, com os relatos literários que aqui estão e boa noite.
Deise Glaucy


Muito legal!!! Escrevam mais.
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