Oi.
Como primeiro post teria que apresentar o blog, mas não acho bom fazê-lo sem meus companheiros; portanto, decidi deixar a apresentação para o about, que é o lugar certo para isso.
Então...
Não tenho carro, ando de ônibus, o que pra mim não é uma tortura, já que é um tempo livre e teóricamente ocioso; e são nessas "viagens" que leio meus livros, revistas, blogs, etc. Então, pensei, por que não escrever no blog de resenhas (que não serão exatamente resenhas) em uma dessas viagens? Então, estou aqui, sentada no Médice - Presidente Vargas a caminho do trabalho, fazendo o primeiro post antes de começar minha próxima leitura, depois ter encerrado antes de ontem o Comer, Rezar, Amar de Elizabeth Gilbert.
Tenho o habito de ler os Best Sellers só depois da febre deles, e o Comer, Rezar, Amar não saiu de "moda" como os outros, então, eu ainda não tinha me disponibilizado a lê-lo, até que, estava conversando com uma amiga quando ela falou: "acho que tu vais te identificar com esse livro, se quiser eu te empresto" Adorei! Eis a oportunidade e o momento certo para lê-lo.
Mesmo que você não esteja passando por um momento em que acha que precisa mudar de vida (embora eu ache que é sempre hora de tentarmos fazer) é uma leitura suave e inspiradora. A cada página lida, eu me sentia viver o que ela narrava; a autora me fez perceber que não preciso estar em um casamento fracassado para me revolucionar como mulher, mas me mostrou coisas que posso mudar para evitar que aconteçam comigo, como por exemplo, enfim voltei para o inglês, algo que eu sempre precisei, não só para o trabalho mas para auto estima; assim como ela, sempre saiu de um relacionamento mergulhando de cabeça em outro, e é aí, que a minha amiga viu que era hora de eu ler, pois estava exatamente em uma fase em que queria ficar só para me conhecer, saber onde eu me respeito e onde eu me violento só para agradar alguém.
Quando a "Eliz" [é assim que a autora é chamada no livro] vai para Índia e busca aprender a meditar, me ensinou a meditar também, e eu por natureza tenho uma atração pelo hinduísmo, assim como a autora sou de câncer, e como uma canceriana, adoro buscar paz e equilíbrio, acredito que por isso a minha identificação com ela, pois ela sentiu o que sinto diariamente, uma necessidade de encontrar a paz e o equilíbrio.
O Fato de ela não se ver mãe e sim se considerar uma viajante do mundo, também é algo que eu compartilho, mas diferente dela, quero ser mãe, e quero fazer isso com meu filho, mas antes do filho, quero conhecer os lugares para quando levá-lo, saber o que fazer e por onde andar.
Enfim, não dá pra escrever cada detalhe que me identifiquei se não vai virar um livro..rs
Mas quem quiser fazer uma viagem breve, não deixe de ler Comer, Rezar, Amar.

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