Já tem algumas semanas que terminei de ler A Bruxa de Portobello, mas ainda não tinha tido tempo de refletir sobre a leitura, até porque, mesmo sendo um livro de poucas páginas, as histórias contadas tem toda uma complexidade, são amarradas umas as outras, e eu acabei brincando de detetive. Tentava costurar essa colcha, mas só fazia errar as combinações, mas, acertei o final. [risos]Gosto de histórias de bruxas, fadas, duendes. Acredito que mais da metade da população feminina se identifica.
Apesar de ter gostado da história, não foi um livro que eu tenha entrado de cabeça na trama, eu me deixei levar pela curiosidade, mas não foi algo compulsivo, como costuma ser com outros bons livros, talvez porque, para mim esse não foi um bom livro. Quem sabe?!
As lembranças que tenho da leitura, e que foi onde eu me identifiquei mais, foi na busca da Atena [a personagem principal] pelo o que preencheria o espaço em branco de sua vida. Eu sou assim, fico tentando encontrar o motivo pra que vim ao mundo, mas ela, diferente de mim, teve um norte e quanto a mim, não tenho nem mesmo uma bússola, pra me dizer em que direção afinal estou indo. Só sei que, as vezes tenho a sensação de estar andando em círculo.

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